ANO NOVO - COM JESUS E EM JESUS SEMPRE.

Quem poderia imaginar diante da filosofia dos catastrofistas de plantão asseverando que o mundo iria acabar no ano mil, e depois dos dois mil, não passaria de profecia que não ocorreu também porque estamos no alvorecer de 2026, porque somos filhos do pai celeste, portanto somos indistintamente eternos, vivendo com perspectivas de infinito progresso em todas as áreas das ciências.

O mundo de provas e expiações, apesar dos tropeços de irmãos que ainda vive na consciência do sono, vai bem, obrigado, e o ano novo que se inicia em breve porvir no calendário gregoriano está repleto de esperanças com Jesus e em Jesus por todos os evos. São novas oportunidades. Nessa ensancha, cada um dos filhos do Eterno está dotado das novas experiências, no ano que se finda, mais maduros e preparados para cumprirem retamente os deveres assumidos na pátria espiritual.

Valerá a pena viver com alegria o ano que se inicia em 2026. Cada dia que passar, terá novos desafios, novas oportunidades de melhora, de reforma íntima, de reflexão e de aprimoramento, para atingirmos a felicidade que é o destino dos filhos de Deus. Os minutos sucedem as horas, os dias sucedem aos meses, e os meses sucedem os anos que vamos vivendo, e cada um deles convida-nos à reflexão dos atos praticados e de nossas atitudes.

Ora. Sim. Sob essa reflexão, não será lícito a nenhum dos filhos da Providência Divina desperdiçar as oportunidades que receberão todos os dias, as horas e todos os minutos. Em verdade, caberá a cada um em particular a responsabilidade de levarmos a nossa vida, os nossos dias e os minutos, como se fossem uma página de um livro escrito em definitivo.

Não dá mais para se utilizar do instrumento do rascunho da vida e deixar para lá os projetos, na esperança de que sempre haverá tempo para depois passarmos nossos atos a limpo. O tempo passa depressa e não volta mais. É preciso fazer o nosso melhor, hoje e agora.

A felicidade se vive no presente, não no passado ou no futuro. Agora é a hora. Pois! Sim. É sob a luz desse sentimento d’alma, vênia concessa aos espíritos venerandos para parodiar mensagem de sua lavra, adequando-a ao momento, rogando a Jesus que abençoe nossas almas no ano menino:

É com a certeza de que o ano que se inicia é um momento especial de renovação das esperanças para os espíritos, porque Deus, na sua infinita sabedoria, deu à natureza a capacidade de desabrochar a cada nova estação e a nós a capacidade de recomeçar a cada ano.
Sim...

Deseja-se aos viajores, um ano repleto de amor e alegrias. Afinal, iniciar um novo ano é ter a chance de fazer novos amigos, ajudar mais pessoas, aprender e ensinar novas lições, vivenciar outras dores e suportar velhos problemas. ... Sorrir... Novos motivos e chorar outros, porque amar o próximo é dar mais amparo, fazer preces e agradecer mais vezes. Iniciar um novo ano é amadurecer um pouco mais e olhar a vida como dádiva de Deus. É ser rima, é ser verso, é ser Deus no universo.

Na poesia do ano que se estertora, os filhos do Senhor da vida guardam ainda uma fascinação pelos números, olvidando que criados pelo Senhor da vida, tornam-se para sempre eternos. Nesta ágape de alegria, o personagem de Saint-Exupéry, o pequeno príncipe, trouxe o personagem de Saint-Exupéry, O Pequeno Príncipe, legou aos que transitam na viagem da vida pensamentos sábios ao mundo.

Sob a pressa da pena que escreve essas linhas, há viajores trafegando pelas estrelas que se apaixonam pelos números de suas constatações, dizendo que as criaturas de Deus são apaixonadas pelo cabedal contendo números de qualquer natureza. Quando se fala de um novo amig,o não se interessam por elas ou em saber como ele realmente é.

Exupéry convida a redescobrir o que há de bom na infância, a pureza e a essência das coisas e da vida. Quando nos fala, de forma até inocente, sobre as pessoas e os números, nos alerta para algo grave: viciamo-nos em números. Associamos o tempo a números.

Esquecemos que os numerais atribuídos à medição do tempo são convenções, e nos escravizamos a elas. Muito tempo. Pouco tempo. Não vai dar tempo. Tempo de sobra. Sessenta segundos. Sessenta minutos. Vinte e quatro horas. Trezentos e sessenta e cinco dias.

Oh! Meu Deus. Parecem que são números que a nos perseguir. Vivem em nossos sonhos, pesadelos e em nossas urgências maiores. Esquecemos que o tempo é oportunidade, é sucessão de experiências e de fatos, e que deve ser aproveitado ao máximo, tendo em vista nosso crescimento espiritual. Quinze anos de vida. Trinta anos. Terceira idade. São rótulos que criamos no mundo, e que, na verdade, não correspondem à idade verdadeira, à idade da alma.

A idade da alma não está associada ao tempo dos números, mas à disposição, ao humor, ao ânimo, à coragem. Encantamo-nos ao ver relatos de pessoas que, depois dos noventa anos vão aprender a ler. E se dizem realizadas, sentindo-se mais jovens do que nunca. Não é força de expressão. Elas são jovens mesmo. A idade do corpo pode ser disfarçada, maquiada. Nunca a da alma.

A idade do corpo pode ser disfarçada, maquiada. Nunca a da alma. Ora! Sim. Como se avaliar alguém, pelo número de dígitos em sua folha de pagamento? Pelas roupas que pode comprar? Pelas viagens que pode fazer ou pelo ano de seu automóvel? Muitos temos números como objetivos: números na balança, números das loterias, número de clientes, números de metas de vendas.

Falta-nos descobrir que o mundo verdadeiro não é feito de numerais, que as aquisições de maior valor nunca poderão ser calculadas dessa forma.
É tempo de conhecermos os outros e a nós mesmos pelo que somos, e não por aquilo que os números podem contar. Números nunca poderão medir felicidade. Números nunca poderão mensurar alegria, nem avaliar o amor.

Inegável que se não pudermos olvidar os números neste mundo, a luz aurifulgente do Pastor das Almas, Jesus de Nazaré cujo aniversário estamos comemorando no ano gregoriano, apliquemos os números do amor ao externar os sentimentos que o Nazareno escreveu no céu de estrelas, para não se negue a um sorriso todos os dias aos irmãos viajando pelas estrelas.

Afinal, o nazareno afirmou que seus discípulos seriam conhecidos por muito se amarem. Ame, pois o amor contamina a todos e é uma expressão mágica. Quantos viajores ainda fazem economia na utilização desse verbo. Utilize à vontade, não doe e gera simpatia.

Ah! Quantos segundos duram nossos abraços? Qual a data que escolhemos para abandonar um vício e libertarmos de algo julgar os irmãos em desalinho e que nos escraviza? Quantos dias faltam para começarmos a ser feliz?

A reposta é agora e para sempre, ser feliz o ano novo com e Jesus para sempre, com à família, com os filhos, os amigos os que transita na grande viagem iluminado os corações daqueles que permitem as bençãos correm por suas mãos abertas para fluir os bem que somos depositários em nome do Pai Celestes.

O tempo passa depressa. Deixa experiências, saudades, e recordações tristes e alegres. De outro lado, colocou-nos mais perto e mais próximo das nossas realizações, dos nossos sonhos e projetos para alcançarmos os páramos celestiais.


Do amigo fraterno de sempre.

Jaime Facioli.




JAIME BARBOSA FACIOLI
jaimefacioli.adv@uol.com.br